segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Entrevista da escritora Meg Cabot!
Exclusivo VEJA.com - Literatura
Cada aparição da escritora Meg Cabot na Bienal do Livro do Rio, realizada entre os dias 10 e 20 deste mês, é um acontecimento. A histeria dos fãs - em sua maioria garotas de 14 a 19 anos - deve-se ao fato de a americana ser a autora de O Diário da Princesa, série que já vendeu 5 milhões de exemplares nos Estados Unidos e deu origem a dois filmes da Disney. No mundo, seus 50 títulos somam 15 milhões de cópias vendidas, incluindo 800.000 no Brasil. A cifra deve aumentar por aqui, com os lançamentos de Princesa para Sempre, décimo e último volume da série de sucesso, e do mangá Avalon High: A Coroação - A Profecia de Merlin, versão da autora para a lenda do rei Arthur. Na entrevista a seguir, a escritora de 42 anos explica como cria história para seus jovens leitores, confirma o apreço pela obra de Clarice Lispector (1920-1977) e revela o que pretende fazer nas horas vagas de sua estada por terras brasileiras.
A senhora declarou que sua adolescência é uma fonte de inspiração para suas histórias. Mas muita coisa mudou de lá para cá. Como fazer para se manter em sintonia com os jovens de hoje?
Realmente muitas das minhas histórias são baseadas em fatos da minha adolescência. É claro que as coisas mudaram desde então - na minha época, não havia celulares nem internet. Por isso, eu costumo conversar com os adolescentes: eu tenho amigos jovens e, no meu site, há espaço para que os leitores deixem mensagens, relatem seus problemas. Mas também não acho que as coisas mudaram tanto assim. Muitas das dificuldades que enfrentei - relacionadas a garotos, aos meus pais - ainda são atuais. O bullying, por exemplo, sempre existiu, mas agora há o cyberbullying. E a fofoca? A fofoca também sempre existiu.
Por que a senhora escolheu escrever para adolescentes?
Na verdade, eu não escolhi. O Diário da Princesa era originalmente sobre uma garota de 30 anos. Mas quando dei o livro para alguns amigos lerem, eles disseram que a história ficaria melhor se fosse sobre uma garota de 15 anos. Eles perguntaram: "Por que ela fica tão incomodada por sua mãe estar saindo com seu professor? Isso não faz nenhum sentido aos 30 anos!" (risos). Meu agente também disse que o livro seria ótimo para adolescentes. Mas eu ainda achei por muito tempo que era um livro para adultos sobre uma adolescente (risos). Aliás, aquela parte da história é autobiográfica. Minha mãe realmente saiu com um professor meu - e eu achei isso horrível (risos).
A responsabilidade é maior ao lidar com esse público?
Eu acho que as pessoas não dão muita atenção aos jovens. Mas eu dou. Acredito que são pessoas inteligentes e que, como os adultos, querem ser entretidos. Eu sempre escrevo meus livros pensando no que eu gostaria de ter lido quando era adolescente e nunca pensei em escrever de uma forma mais fácil porque meus leitores seriam crianças ou jovens. Até porque, hoje em dia, a maioria deles lida com situações adultas e sabe muito bem o que está acontecendo no mundo.
Os leitores jovens vêm impulsionando grandes sucessos editoriais. Por que isso está acontecendo agora? Eles eram desprezados pelos autores?Quando eu era adolescente, não conseguia encontrar livros cuja leitura realmente me desse prazer. Eu achava os livros muito deprimentes. Eles tinham um caráter mais educativo do que de entretenimento, sempre traziam "avisos" aos jovens. Os meus livros não são assim. Eu escrevo para proporcionar aos meus leitores um momento de diversão.
Os críticos costumam torcer o nariz para a chick lit - livros que tratam de temas do universo feminino, como roupas e homens: dizem que é pura água com açúcar. A senhora concorda com isso?
Eu acredito que chick lit é apenas um termo para que os vendedores de livros sejam capazes de categorizar as obras como "literatura para mulheres". Mas eu não ligo para isso! Os meus livros são para mulheres que estão tentando se encontrar e, no meio disso, deparam-se com o amor. Esse é o meu tipo favorito de história e sei que meus leitores também gostam delas.
Muitos desses romances para mulheres têm a busca do grande amor como motor. A senhora acredita que esse ideal ainda é o sonho feminino?
Eu acredito, mas acho também que isso não é realista. Primeiro, você tem que se encontrar - saber o que está fazendo neste planeta, qual vai ser o seu trabalho -, para depois encontrar seu grande amor.
A senhora já revelou que é fã da brasileira Clarice Lispector. Alguns críticos dizem que os textos dela têm uma dimensão que só pode ser compreendida por mulheres. Concorda com isso?
(Risos) Eu nunca havia pensado nisso, mas faz sentido. Coitados dos homens!
Além de trabalhar, o que mais a senhora pretende fazer em sua primeira passagem pelo Brasil?Ir à praia!
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/meg-cabot-escrevo-divertir-jovens
Cada aparição da escritora Meg Cabot na Bienal do Livro do Rio, realizada entre os dias 10 e 20 deste mês, é um acontecimento. A histeria dos fãs - em sua maioria garotas de 14 a 19 anos - deve-se ao fato de a americana ser a autora de O Diário da Princesa, série que já vendeu 5 milhões de exemplares nos Estados Unidos e deu origem a dois filmes da Disney. No mundo, seus 50 títulos somam 15 milhões de cópias vendidas, incluindo 800.000 no Brasil. A cifra deve aumentar por aqui, com os lançamentos de Princesa para Sempre, décimo e último volume da série de sucesso, e do mangá Avalon High: A Coroação - A Profecia de Merlin, versão da autora para a lenda do rei Arthur. Na entrevista a seguir, a escritora de 42 anos explica como cria história para seus jovens leitores, confirma o apreço pela obra de Clarice Lispector (1920-1977) e revela o que pretende fazer nas horas vagas de sua estada por terras brasileiras.
A senhora declarou que sua adolescência é uma fonte de inspiração para suas histórias. Mas muita coisa mudou de lá para cá. Como fazer para se manter em sintonia com os jovens de hoje?
Realmente muitas das minhas histórias são baseadas em fatos da minha adolescência. É claro que as coisas mudaram desde então - na minha época, não havia celulares nem internet. Por isso, eu costumo conversar com os adolescentes: eu tenho amigos jovens e, no meu site, há espaço para que os leitores deixem mensagens, relatem seus problemas. Mas também não acho que as coisas mudaram tanto assim. Muitas das dificuldades que enfrentei - relacionadas a garotos, aos meus pais - ainda são atuais. O bullying, por exemplo, sempre existiu, mas agora há o cyberbullying. E a fofoca? A fofoca também sempre existiu.
Por que a senhora escolheu escrever para adolescentes?
Na verdade, eu não escolhi. O Diário da Princesa era originalmente sobre uma garota de 30 anos. Mas quando dei o livro para alguns amigos lerem, eles disseram que a história ficaria melhor se fosse sobre uma garota de 15 anos. Eles perguntaram: "Por que ela fica tão incomodada por sua mãe estar saindo com seu professor? Isso não faz nenhum sentido aos 30 anos!" (risos). Meu agente também disse que o livro seria ótimo para adolescentes. Mas eu ainda achei por muito tempo que era um livro para adultos sobre uma adolescente (risos). Aliás, aquela parte da história é autobiográfica. Minha mãe realmente saiu com um professor meu - e eu achei isso horrível (risos).
A responsabilidade é maior ao lidar com esse público?
Eu acho que as pessoas não dão muita atenção aos jovens. Mas eu dou. Acredito que são pessoas inteligentes e que, como os adultos, querem ser entretidos. Eu sempre escrevo meus livros pensando no que eu gostaria de ter lido quando era adolescente e nunca pensei em escrever de uma forma mais fácil porque meus leitores seriam crianças ou jovens. Até porque, hoje em dia, a maioria deles lida com situações adultas e sabe muito bem o que está acontecendo no mundo.
Os leitores jovens vêm impulsionando grandes sucessos editoriais. Por que isso está acontecendo agora? Eles eram desprezados pelos autores?Quando eu era adolescente, não conseguia encontrar livros cuja leitura realmente me desse prazer. Eu achava os livros muito deprimentes. Eles tinham um caráter mais educativo do que de entretenimento, sempre traziam "avisos" aos jovens. Os meus livros não são assim. Eu escrevo para proporcionar aos meus leitores um momento de diversão.
Os críticos costumam torcer o nariz para a chick lit - livros que tratam de temas do universo feminino, como roupas e homens: dizem que é pura água com açúcar. A senhora concorda com isso?
Eu acredito que chick lit é apenas um termo para que os vendedores de livros sejam capazes de categorizar as obras como "literatura para mulheres". Mas eu não ligo para isso! Os meus livros são para mulheres que estão tentando se encontrar e, no meio disso, deparam-se com o amor. Esse é o meu tipo favorito de história e sei que meus leitores também gostam delas.
Muitos desses romances para mulheres têm a busca do grande amor como motor. A senhora acredita que esse ideal ainda é o sonho feminino?
Eu acredito, mas acho também que isso não é realista. Primeiro, você tem que se encontrar - saber o que está fazendo neste planeta, qual vai ser o seu trabalho -, para depois encontrar seu grande amor.
A senhora já revelou que é fã da brasileira Clarice Lispector. Alguns críticos dizem que os textos dela têm uma dimensão que só pode ser compreendida por mulheres. Concorda com isso?
(Risos) Eu nunca havia pensado nisso, mas faz sentido. Coitados dos homens!
Além de trabalhar, o que mais a senhora pretende fazer em sua primeira passagem pelo Brasil?Ir à praia!
http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/meg-cabot-escrevo-divertir-jovens
domingo, 5 de setembro de 2010
Edgar Alan poe
por Pedro Luso de Carvalho
.
.
Em trabalho anterior, tive a oportunidade de escrever, sucintamente, um texto sobre a vida e a obra de Edgar Allan Poe, a partir de sua Antologia de Contos, publicada pela Editora Civilização Brasileira, em 1959. Portanto, o realce foi dado a apenas um dos gêneros da literatura, explorado pelo célebre escritor norte-americano, o conto; mas, Poe também foi poeta e ensaísta brilhante, como se verá a seguir pela análise do escritor francês, Charles Baudelaire (1821-1867), autor de Fleurs du mal, Petits Poèmes em prose e traduções de Edgar Allan Poe.
Agora, a ênfase é para a poesia de Edgar Allan Poe. No texto que referi acima (Antologia de Contos), enfatizei o fato de que Charles Baudelaire aguardava as revistas norte-americanas que chegavam em Paris com a publicação dos contos e poesias de Poe. Sobre ele, assim se manifestou Baudelaire: “Como poeta Edgar Poe é um homem à parte. Representa quase sozinho o movimento romântico do outro lado do oceano. É o primeiro americano que, propriamente falando, fez do seu estilo uma ferramenta. Sua poesia, profunda e gemente, é, não obstante, trabalhada, pura, correta e brilhante, como uma jóia de cristal. Edgar Poe amava os ritmos complicados que fossem, neles encerrava uma harmonia profunda”.
Charles Baudelaire prossegue sua análise sobre os poemas de Poe, dizendo: “Há um pequeno poema seu intitulado “Os sinos”, que é uma verdadeira curiosidade literária; traduzível, porém, não o é; O Corvo logrou grande êxito. Segundo afirmam Longfellow e Emerson, é uma maravilha. O assunto é quase nada, e é uma pura obra de arte. O tom é grave e quase sobrenatural, como os pensamentos da insônia; os versos caem um a um, como lágrimas monótonas; No país dos sonhos tentou descrever a sucessão dos sonhos e das imagens fantásticas que assaltam a alma, quando o olho corpóreo está cerrado. Outros poemas, como Ulalume e Annabel Lee gozam de igual celebridade.
omo no texto Antologia de Contos, que referi acima, transcrevi o poema O Corvo, ao alcance, pois, de quem se interessar por sua leitura, para este espaço escolhi um desses poemas de Poe, referido e apreciado por Baudelaire:
ANNABEL LEE
.
Edgar Allan Poe
.
Há muitos, muitos anos, existia
num reino à beira-mar
uma virgem, que bem se poderia
Annabel Lee se chamar.
Amava-me, e seu sonho consistia
em ter-me para a amar.
Eu era criança, ela era uma criança
no reino à beira-mar;
mas nosso amor chegava, ó Annabel Lee
o amor a ultrapassar,
o amor que os próprios serafins celestes
vieram a invejar.
Foi por isso que há muitos, muitos anos,
no reino à beira-mar,
de uma nuvem soprou um vento e veio
Annabel Lee gelar.
E seus nobres parentes se apressaram
em de mim a afastar,
para encerrá-la numa sepultura,
no reino à beira-mar.
Os anjos, que não eram tão felizes,
nos vieram a invejar.
Sim! Foi por isso (como todos sabem
no reino à beira-mar)
que um vento veio, à noite, de uma nuvem
Annabel Lee matar.
Mas nosso amor, o amor dos mais idosos,
de mais firme pensar, podia ultrapassar.
E nem anjos que vieram nas alturas,
nem demônios do mar,
jamais minha alma da de Annabel Lee
poderão separar.
Pois, quando surge a lua, há um sonho que flutua,
de Annabel Lee, no luar;
e, quando se ergue a estrela, o seu fulgor revela
de Annabel Lee o olhar;
assim, a noite inteira, eu passo junto a ela,
a minha vida, aquela que amo, a companheira,
na tumba à beira-mar,
junto ao clamor do mar.
.
Para ler outros poemas de Edgar Allan Poe, clique em: O Corvo, e, também, em: Ulalume. Você também pode ler o texto sobre a vida e a obra de Poe; basta clicar em: Antologia de Contos.
REFERÊNCIAS:
POE, Edgar Allan. Antologia de Contos. Trad. Brenno Silveira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1959.
POE, Edgar Allan. Dictionnaire Encyclopédique Pour Tous. 24ª tirage. Paris: Petit Larousse, 1966.
POE, Edgar Allan. Poemas e Ensaios. Trad. Oscar Mendes e Milton Amado. São Paulo: Editora Globo, 1999.
Fonte: http://panorama-direitoliteratura.blogspot.com/2008/02/edgar-allan-poe-annabel-lee.html
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Em trabalho anterior, tive a oportunidade de escrever, sucintamente, um texto sobre a vida e a obra de Edgar Allan Poe, a partir de sua Antologia de Contos, publicada pela Editora Civilização Brasileira, em 1959. Portanto, o realce foi dado a apenas um dos gêneros da literatura, explorado pelo célebre escritor norte-americano, o conto; mas, Poe também foi poeta e ensaísta brilhante, como se verá a seguir pela análise do escritor francês, Charles Baudelaire (1821-1867), autor de Fleurs du mal, Petits Poèmes em prose e traduções de Edgar Allan Poe.
Agora, a ênfase é para a poesia de Edgar Allan Poe. No texto que referi acima (Antologia de Contos), enfatizei o fato de que Charles Baudelaire aguardava as revistas norte-americanas que chegavam em Paris com a publicação dos contos e poesias de Poe. Sobre ele, assim se manifestou Baudelaire: “Como poeta Edgar Poe é um homem à parte. Representa quase sozinho o movimento romântico do outro lado do oceano. É o primeiro americano que, propriamente falando, fez do seu estilo uma ferramenta. Sua poesia, profunda e gemente, é, não obstante, trabalhada, pura, correta e brilhante, como uma jóia de cristal. Edgar Poe amava os ritmos complicados que fossem, neles encerrava uma harmonia profunda”.
Charles Baudelaire prossegue sua análise sobre os poemas de Poe, dizendo: “Há um pequeno poema seu intitulado “Os sinos”, que é uma verdadeira curiosidade literária; traduzível, porém, não o é; O Corvo logrou grande êxito. Segundo afirmam Longfellow e Emerson, é uma maravilha. O assunto é quase nada, e é uma pura obra de arte. O tom é grave e quase sobrenatural, como os pensamentos da insônia; os versos caem um a um, como lágrimas monótonas; No país dos sonhos tentou descrever a sucessão dos sonhos e das imagens fantásticas que assaltam a alma, quando o olho corpóreo está cerrado. Outros poemas, como Ulalume e Annabel Lee gozam de igual celebridade.
omo no texto Antologia de Contos, que referi acima, transcrevi o poema O Corvo, ao alcance, pois, de quem se interessar por sua leitura, para este espaço escolhi um desses poemas de Poe, referido e apreciado por Baudelaire:
ANNABEL LEE
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Edgar Allan Poe
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Há muitos, muitos anos, existia
num reino à beira-mar
uma virgem, que bem se poderia
Annabel Lee se chamar.
Amava-me, e seu sonho consistia
em ter-me para a amar.
Eu era criança, ela era uma criança
no reino à beira-mar;
mas nosso amor chegava, ó Annabel Lee
o amor a ultrapassar,
o amor que os próprios serafins celestes
vieram a invejar.
Foi por isso que há muitos, muitos anos,
no reino à beira-mar,
de uma nuvem soprou um vento e veio
Annabel Lee gelar.
E seus nobres parentes se apressaram
em de mim a afastar,
para encerrá-la numa sepultura,
no reino à beira-mar.
Os anjos, que não eram tão felizes,
nos vieram a invejar.
Sim! Foi por isso (como todos sabem
no reino à beira-mar)
que um vento veio, à noite, de uma nuvem
Annabel Lee matar.
Mas nosso amor, o amor dos mais idosos,
de mais firme pensar, podia ultrapassar.
E nem anjos que vieram nas alturas,
nem demônios do mar,
jamais minha alma da de Annabel Lee
poderão separar.
Pois, quando surge a lua, há um sonho que flutua,
de Annabel Lee, no luar;
e, quando se ergue a estrela, o seu fulgor revela
de Annabel Lee o olhar;
assim, a noite inteira, eu passo junto a ela,
a minha vida, aquela que amo, a companheira,
na tumba à beira-mar,
junto ao clamor do mar.
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Para ler outros poemas de Edgar Allan Poe, clique em: O Corvo, e, também, em: Ulalume. Você também pode ler o texto sobre a vida e a obra de Poe; basta clicar em: Antologia de Contos.
REFERÊNCIAS:
POE, Edgar Allan. Antologia de Contos. Trad. Brenno Silveira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1959.
POE, Edgar Allan. Dictionnaire Encyclopédique Pour Tous. 24ª tirage. Paris: Petit Larousse, 1966.
POE, Edgar Allan. Poemas e Ensaios. Trad. Oscar Mendes e Milton Amado. São Paulo: Editora Globo, 1999.
Fonte: http://panorama-direitoliteratura.blogspot.com/2008/02/edgar-allan-poe-annabel-lee.html
Livro: O quinze de Raquel de Queirós
O primeiro e mais popular romance de Rachel de Queiroz é O Quinze. O título se refere a grande seca de 1915, vivida pela escritora em sua infância. O romance se dá em dois planos, um enfocando o vaqueiro Chico Bento e sua família, o outro a relação afetiva de Vicente, rude proprietário e criador de gado, e Conceição, sua prima culta e professora.
Eu gostei muito desse livro mostra uma realidade triste, mas verdadeira. Eu recomendo!
Alguém mais já leu esse livro?
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Frases
"Adicionar à minha coleçãoNa coleção de 2972 pessoas
Mais InformaçãoPara conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos."
Sócrates
"Nenhum gesto de amizade, por muito insignificante que seja, é desperdiçado."
Esopo
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"Nenhum gesto de amizade, por muito insignificante que seja, é desperdiçado."
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